O empréstimo cripto passou dos US$ 10 bilhões fora da lista de serviços que a Europa regula
Os cofres de empréstimo em blockchain, que agrupam o capital de quem deposita e o aplicam em crédito, chegaram a US$ 10 bilhões. No começo do ano passado, o total era de US$ 4 bilhões. O dinheiro vem de empresas de tecnologia financeira, de companhias que mantêm cripto no próprio caixa e de fundos hedge, e sustenta carteiras de crédito montadas por gestores que o setor chama de curadores. O volume colocou o modelo na mesa de autoridades dos Estados Unidos e da Europa, que discutem se ele precisa de regras próprias. No fim de setembro, duas autoridades europeias entregaram à Comissão Europeia uma lista de mudanças que inclui o empréstimo de cripto entre os serviços a serem regulados.
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